Disco-tributo à obra de Florbela Espanca já chegou às plataformas e às lojas

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“Florbela” conta com direção artística de João Só e as contribuições de artistas como IOLANDA, Carolina de Deus, Os Quatro e Meia, NAPA, D.A.M.A, Luís Trigacheiro, Joana Espadinha, Mimi Froes, Cláudia Pascoal, Manuel Guerra, Edmundo Inácio, Ana Mariano, Jorge Pitacas & Marisa Liz.

Já está disponível o álbum Florbela, um disco-tributo que revisita a obra de Florbela Espanca através de 14 sonetos musicados e interpretados por algumas das vozes mais relevantes da música portuguesa atual, com direção artística de João Só. A edição acontece na véspera do Dia Mundial da Poesia, uma data simbólica que sublinha o carácter literário e cultural deste projeto.

O álbum está disponível em todas as plataformas digitais e em edição física em CD e LP. No canal oficial de YouTube de Florbela encontram-se os lyric vídeos de todas as canções do disco, criados por Carlos Quitério, também autor da ilustração do álbum.

Ao longo dos últimos meses, o público pôde descobrir vários avanços do disco — “Perdidamente”, d’Os Quatro e Meia, “Vaidade”, de IOLANDA, “Amor Que Morre”, dos NAPA, e “O Maior Bem”, interpretado por Carolina de Deus — temas que revelaram diferentes leituras musicais da poesia da autora e que, em conjunto, somam já milhares de streams nas plataformas digitais.

Com direção artística de João Só, Florbela reúne um conjunto plural de artistas que atravessam diferentes géneros e sensibilidades musicais. Além de Os Quatro e Meia, IOLANDA, NAPA e Carolina de Deus, o álbum conta ainda com interpretações de Ana Mariano, Cláudia Pascoal, D.A.M.A, Edmundo Inácio, Joana Espadinha, Luís Trigacheiro, Manuel Guerra, Jorge Pitacas & Marisa Liz e Mimi Froes.

Partindo de sonetos originais da poetisa, cada artista foi convidado a encontrar a sua própria abordagem musical, dando origem a um conjunto de canções que demonstram a riqueza interpretativa e a atualidade da escrita de Florbela Espanca. O resultado é um disco coletivo onde diferentes linguagens musicais dialogam com uma obra literária de Florbela.

Em Florbela tanto podemos ouvir interpretações mais dramáticas dos sonetos da poetisa, como acontece com “Vaidade” por IOLANDA ou “Perdidamente” pelas vozes d’Os Quatro e Meia, outras mais sombrias, como é o caso de “Tarde Demais” por Cláudia Pascoal, mas também aqui se ouve otimismo e leveza, como exemplificam “Amor Que Morre” pelos NAPA, “O Meu Desejo” pelos D.A.M.A ou “A Nossa Casa” por Mimi Froes.

Florbela Espanca (1894–1930) permanece como uma das figuras mais marcantes da literatura portuguesa. A sua escrita — profundamente emotiva e confessional — continua a inspirar leitores e criadores, atravessando gerações e contextos culturais.

Com Florbela, estes textos ganham uma nova dimensão através da música contemporânea, aproximando a obra da autora de novos públicos e reafirmando a permanência e a relevância da sua poesia no presente.

Alinhamento de Florbela:
IOLANDA – “Vaidade”
Carolina de Deus – “O Maior Bem”
Os Quatro e Meia – “Perdidamente”
NAPA – “Amor Que Morre”
João Só – “Desejos Vãos”
D.A.M.A – “O Meu Desejo”
Luís Trigacheiro – “Só”
Joana Espadinha – “Amiga”
Mimi Froes – “A Nossa Casa”
Cláudia Pascoal – “Tarde Demais”
Manuel Guerra – “Alma Perdida”
Edmundo Inácio – “Fanatismo”
Ana Mariano – “Noite de Saudade”
Jorge Pitacas & Marisa Liz – “A Vida”