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Denis lança primeiro álbum dia 24

Depois de vencer A Voz de Portugal, Denis regressa com o seu primeiro trabalho discográfico que chega às lojas dia 24 de Junho.

 Ao longo de um ano, dedicou-se ao seu álbum, de corpo e alma, com paixão e coração. «Parti de uma canção – que fez a base e definiu o rumo do disco – e compus a partir daí: no caminho de um rock mais moderno». Denis refere-se a «Twist & Bend», o álbum que vai chegar às lojas a 24 de Junho e promete deixar rendidos os amantes do mais puro rock.

Com produção de Armando Teixeira, em «Twist & Bend», o «concorrente rock» d’A Voz de Portugal mostra que, na sua voz e na sua imaginação, cabem muitas cores. «É esse o género de que gosto mas gosto de outras coisas». Acima de tudo, «Twist & Bend» é um álbum de Denis – nem podia ser de outra forma: todas as canções foram escritas por si (à excepção de «‘Coz I Luv You», dos Slade) e foi ele quem gravou a maioria dos instrumentos. «Chamei o baterista que toca comigo, apesar de também ter gravado baterias. O Armando gravou alguns teclados… Mas fui eu que fui gravando tudo, peça a peça». A passagem pelo Bullletproof Studio não foi a sua estreia em estúdio mas as semanas ali passadas ficarão gravadas na sua memória. «Foi a primeira vez que gravei uma coisa minha, que estive a trabalhar, quase sozinho, num álbum». Pode ter feito a travessia sozinho mas esta não foi uma experiência solitária. «Toco com outras pessoas mas não era esse o caminho que queria. Queria algo novo, seguir um trajecto inovador: há muita coisa neste álbum que não consigo identificar com nenhum artista. E isso é positivo».

Foi feito por uma só cabeça mas «Twist & Bend» é rock de corpo inteiro. Denis vai mais longe: «é rock mais moderno – até é mais do que rock. Claro que a vertente matriz é o rock mas funde-se com outros estilos. Criei algo meu». O que é, então, o rock de Denis? É contagiado pelos blues e abraçado pelo jazz, é de 2013 mas recorda os clássicos. Por aqui, pressentem-se as influências dos Doors ou Rolling Stones mas também de Elvis e The Who. É moderno, sim, mas com um magnífico selo de qualidade: é vintage, com ritmos bem definidos, baterias entroncadas, guitarras límpidas e uma voz contagiante. «Vou buscar influências a pontos diferentes – são antigas mas compreendemos aquilo em que se tornaram. É muito inovador pegar em coisas antigas e actualizá-las».

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