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Dj a boy named Sue – A máquina do tempo do rock’n’roll

Dj a boy named Sue é provavelmente o mais icónico e versátil dj do mundo do rock’n’roll em Portugal. Braço direito de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) nos seus vários projectos, há 15 anos que agita as pistas de dança por todo o país nos mais variados eventos e festivais. Já fez a primeira parte dos Jon Spencer Blues Explosion numa tour em Itália, já passou música no Festival de Cannes, Oslo, Madrid, Marselha e Macau. Tem um programa de rádio há 12 anos na Rádio Universidade de Coimbra e vai estrear em Abril uma crónica semanal no Indiegente de Nuno Calado. Em 2016 lançou-se numa tour em Portugal e o resultado são 4 meses sem uma única noite de fim de semana livre.

30 Março/ Musicbox, Lisboa
1 Abril/ Pensão Amor, Lisboa
2 Abril/ Pouca-Terra, Barreiro
8 Abril/ Praça Caffe, Leiria
9 Abril/ Damas, Lisboa
21 Abril/ Incógnito, Lisboa
22 Abril/ Maus Hábitos, Porto
23 Abril/ Convento do Carmo, Braga
24 Abril/ Musicbox, Lisboa
27 Abril/ Sabotage, Lisboa
29 Abril/ Odd, Coimbra
30 Abril/ Sabotage, Lisboa

DJ a boy named Sue (Tiago André), o braço direito de The Legendary Tigerman (em 1998 tornaram-se amigos inseparáveis e DJ a boy named Sue trabalha desde aí em todos os projectos de Paulo Furtado com o qual já percorreu meio mundo), é um dos maiores djs de rock’n’roll em Portugal!

Os seus sets caracterizam-se por uma forte vertente rock’n’roll, nos quais visita sonoridades Rhythm & Blues, Soul, Surf, 60’s, Latin Grooves, Exotica, Psych, Garage ou Punk Rock, uma espécie de máquina do tempo, que cria laços entre os grandes clássicos e as novas vertentes da música contemporânea.

Playlists ou sets pré-definidos não têm espaço neste universo caracterizado por ambientes dançáveis e festivos, intensos e imprevisíveis, recheados de hits do passado e do presente. Sinal dos tempos ou desígnio dos deuses, a boy named Sue baralha e volta a dar a História da Música Popular, sem quebras de ritmo nem tiros no escuro, como só um verdadeiro mestre-de-cerimónias é capaz.

Disc Jockey desde 2001, é natural de Coimbra, sendo que, nos últimos anos, tem corrido Portugal de Norte a Sul, em praticamente todas as cidades, bares, clubes, eventos e festivais. Em 2012, foi convidado pelos Jon Spencer Blues Explosion para fazer a primeira parte do seu concerto no Porto, ao que se seguiu o convite para os acompanhar também na sua Tournée em Itália. No ano seguinte passou música no Festival de Cannes e fez uma tour de 10 dias em Oslo. Em 2014, foi a Madrid fazer a 1ª parte e after party do lançamento do disco de Vinila Von Bismark, passou por Marselha para duas festas da Art-o-Rama (Marseille International Fair of Contemporary Art) e foi ao festival This Is My City, em Macau. No ano passado, marcou presença numa série de festivais (Lisbon Psych Fest, Sound Bay Fest, Reverence Valada Festival, Festival Aleste, entre tantos outros).

Para além dos eventos já mencionados, a boy named Sue já passou pelo Festival Barreiro Rocks, MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, FIKE – Festival Internacional de Curtas-Metragens de Évora, Festival Internacional de Curtas-Metragens de Vila do Conde, 8 e ½ – Festa do Cinema Italiano, Queima das Fitas de Coimbra (Palco Ruc, Baile de Gala e Chá Dançante), Black Balloon, Wonderland Club, Cais do Sodré Cabaret, Beat Mod Club, mencionando apenas alguns.

É ainda convidado regularmente para fazer “after parties” de bandas, entre as quais The Sonics (USA), Heavy Trash (USA), Alabama 3 (UK), Son of Dave (UK), Boogarins (BRA), Becky Lee & Drunkfoot (USA), Messer Chups (RU), Los Explosivos (MEX), Autoramas (BRA), Mark Sultan BBQ (CAN), Wraygunn (PT), The Legendary Tigerman (PT), The Parkinsons (PT), Victor Torpedo (PT), Sean Riley and The Slowriders (PT), Keep Razors Sharp (PT), X-Wife (PT), Bunnyranch (PT), D3o (PT), Capitão Fantasma (PT), Dr. Frankenstein (PT), etc.

A sua diversidade e adaptação a diferentes espaços e ambientes faz com que tanto incendeie a pista do Musicbox num Baile Tropicante, como hipnotize as pessoas no Reverence Valada com o último rock psicadélico, meta toda a gente a dançar ao som do rock e soul no Sabotage ou antes dum concerto de Jon Spencer Blues Explosion, passa easy listening num palácio em Marselha enquanto as pessoas bebem cocktails ou faz after parties de punk rock agressivo depois dum concerto dos Dead Kennedys.

Quem o segue, recorda a sua TV, o objecto icónico que acompanha DJ a boy named Sue nos seus sets, que fica sempre próximo da mesa de mistura ou à sua frente onde coloca sempre as capas dos discos que está a passar de forma às pessoas saberem sempre o que estão a ouvir e para poderem apreciar o artwork. A experiência visual é muito importante daí a presença de projecções temáticas relacionadas com os universos musicais da noite em questão, de modo a estimular as pessoas, para proporcionar uma experiência audio visual ao seu público.

Actualmente, tem noites regulares em locais como Musicbox, Sabotage Club e Incógnito (Lisboa), Convento do Carmo (Braga) Maus Hábitos e Cave 45 (Porto), Odd (Coimbra) ou Praça Caffé (Leiria) e é o mentor de 2 clubes temáticos o Kaleidoscope e o Chills & Fever.

Para além da sua actividade como dj nas pistas de dança, faz parte da equipa da RUC (Rádio Universidade de Coimbra), onde frequentou o curso de programação em 2004, com a qual tem colaborado em vários programas de Blues e de Rock, sendo também responsável desde esse mesmo ano pelo programa de autor Cocktail Mariachi, dedicado ao Lounge e ao Easy Listening (https://www.mixcloud.com/djaboynamedsue/). Ainda na vertente radiofónica, a partir do mês de Abril, estreia a rubrica semanal “O Baú do Sue” (todas as segundas-feiras) no programa de Indiegente da Antena 3 de Nuno Calado.

Tiago André esteve sempre ligado ao mundo da música: trabalhou no teatro a seleccionar bandas sonoras para a Cooperativa Bonifrates, de Coimbra e trabalhou também, desde cedo, a todos os níveis com várias bandas de Coimbra, desde os Tédio Boys aos Belle Chase Hotel, mantendo-se actualmente como parte da equipa técnica dos Wraygunn e The Legendary Tigerman.

Foto: Nuno Gervasio

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