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Bons Sons 2018: Salvador Sobral, Linda Martini, Slow J e muitos mais
Bons Sons está de volta, de 9 a 12 de agosto. São quatro dias, oito palcos e mais de 45 atuações na aldeia de Cem Soldos, em Tomar. Durante o festival, as ruas, as praças, os largos e as esquinas ganham uma nova vida, a música apodera-se do território, e o amor de verão acontece.
Duquesa @ Bons Sons '15 // Photography by Ana Marques

Bons Sons // Photography by Ana Marques

 

O cartaz de 2018 surpreende pela diversidade com variados géneros musicais, artistas consagrados, músicos emergentes, muitas estreias, alguns regressos acarinhados e diversas atividades paralelas.

Os artistas e bandas que nos farão Viver a Aldeia são: Dead Combo, Salvador Sobral, Slow J, Selma Uamusse, Mazgani, Sara Tavares, Sean Riley & The Slowriders, Cais do Sodré Funk Connection, PAUS, Linda Martini, Lena d’Água e Primeira Dama com Xita Records, Zeca Medeiros, The Lemon Lovers, Mirror People, Lince, O Gajo, Monday, Jerónimo, Luís Severo, António Bastos, Xinobi DJ set, Fado Violado, Norberto Lobo, João Afonso, Ela Vaz, Miguel Calhaz, Moonshiners, entre outros…

ALINHAMENTO BONS SONS 2018

8 AGOSTO
FESTA DE RECEÇÃO
Concerto do vencedor do concurso do 7.º Festival Por Estas Bandas
+ Cover de Bruxelas DJ Crew
9 AGOSTO 10 AGOSTO 11 AGOSTO 12 AGOSTO
PALCO LOPES GRAÇA

Holy Nothing

Mazgani

Sean Riley & The Slowriders

Dead Combo

Selma Uamusse

Sara Tavares

Cais Sodré Funk Connection

Lena d’Água e Primeira Dama com a Banda Xita

PALCO ZECA AFONSO

The Lemon Lovers

10 000 Russos

Zeca Medeiro

Peltzer

Slow J

Mirror People

Paus

Linda Martini

PALCO GIACOMETTI

Lince

S. Pedro

O Gajo

Monday

Jerónimo

Tomara

quartoquarto

Luís Severo

PALCO AGUARDELA

Xinobi DJ set

António Bastos

Conan Osiris

Festa Encerramento

Colorau Som Sistema

PALCO AMÁLIA

Tia Graça – Toda a gente devia ter uma

Norberto Lobo

Ela Vaz

Motion Trio

Fado Violado

João Afonso

Miguel Calhaz

Moonshiners

PALCO MPAGDP

Palankalama

Patrícia Costa

Homem em Catarse

Orquestra de Foless

Vozes de Manhouce com Isabel Silvestre

Meta

Artesãos da Música

Douradas Espigas

AUDITÓRIO

Sacro, de Sara Anjo

Curtas em Flagrante

UM [unimal], de Critina Planas Leitão

Filhos do Meio

OUTRAS NOVIDADES

Recordamos ainda algumas novidades desta edição: o novo Palco Zeca Afonso, um anfiteatro natural num campo com algumas oliveiras, muito propício a concertos destinados à nova música portuguesa. Por outro lado, dois palcos, que muitos já conhecem como a palma da mão, regressam com novos nomes e prontos a criarem novas memórias: o palco Tarde ao Sol, no adro da Igreja de São Sebastião, presta, a partir de agora, homenagem a Amália Rodrigues (Palco Amália) com concertos, não só durante a tarde, mas também à noite, e o Auditório de Cem Soldos passa a chamar-se Auditório Agostinho da Silva, não só durante o festival, mas durante o ano inteiro, com programação ligada às artes performativas, cinema ou atividades para crianças.

No que toca à comodidade, o BONS SONS implementou um conjunto de novos serviços, a pensar no bem-estar de quem vem viver a descontração da aldeia. Os pagamentos cashless, por exemplo, vão permitir a utilização da pulseira do festival, equipada com um chip recarregável, como moeda de pagamento. Por sua vez, a área da restauração surge aumentada, com mais diversidade e espaços mais amplos. Também a zona do campismo foi reforçada e oferece alternativas ao campismo tradicional, com tendas já montadas no recinto disponíveis em vários tamanhos, conforme o número de pessoas. A pensar nas noites quentes de verão, o festival traz ainda uma nova área de estar que convida à descontração debaixo do céu estrelado.

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